A Vivência Formativa em Floresta-Escola é um curso de extensão promovido pela Pedagogia para Liberdade que propõe uma imersão profunda na relação entre educação e natureza. Afastando-se da lógica cartesiana e tradicional, o curso convida educadores e interessados a perceberem a floresta como um sujeito ativo no processo de aprendizagem, capaz de contemplar as exigências curriculares por meio de um sistema vivo e dinâmico.
A Vivência Formativa em Floresta-Escola é um curso de extensão promovido pela Pedagogia para Liberdade que propõe uma imersão profunda na relação entre educação e natureza. Afastando-se da lógica cartesiana e tradicional, o curso convida educadores e interessados a perceberem a floresta como um sujeito ativo no processo de aprendizagem, capaz de contemplar as exigências curriculares por meio de um sistema vivo e dinâmico.
A imersão presencial é o coração pulsante da nossa vivência formativa. É o momento de traduzir os conceitos virtuais em sensações reais, em um encontro marcado pela distensão, troca e descoberta.
Por que esta experiência é inesquecível?
A imersão presencial é o coração pulsante da nossa vivência formativa. É o momento de traduzir os conceitos virtuais em sensações reais, em um encontro marcado pela distensão, troca e descoberta.
Por que esta experiência é inesquecível?
*os custos da Imersão presencial não estão inclusos no valor das mensalidades, consulte os custo em nosso edital.
Grupo A – 25 vagas:
Ampla concorrência:
Taxa de matrícula no valor de R$50,00 (cota única) mais R$2.200,00 (ou 9x R$245,00);
Grupo B – 10 vagas:
Professoras e professores de escolas da rede pública:
Taxa de matrícula no valor de R$30,00 (cota única) mais R$1.760,00 (ou 9x R$196,00);
Grupo C – 10 vagas:
Pretos, Pardos, Indígenas e/ou transexuais e/ou PCD: (de acordo com as definições estabelecidas nos Decretos nº 3.298/99 e nº 5.296/04)
Taxa de matrícula no valor de R$30,00 (cota única) mais R$1.540,00 (ou 9x R$192,50).
Grupo A – 25 vagas:
Ampla concorrência:
Taxa de matrícula no valor de R$50,00 (cota única) mais R$2.200,00 (ou 9x R$245,00);
Grupo B – 10 vagas:
Professoras e professores de escolas da rede pública:
Taxa de matrícula no valor de R$30,00 (cota única) mais R$1.760,00 (ou 9x R$196,00);
Grupo C – 10 vagas:
Pretos, Pardos, Indígenas e/ou transexuais e/ou PCD: (de acordo com as definições estabelecidas nos Decretos nº 3.298/99 e nº 5.296/04)
Taxa de matrícula no valor de R$30,00 (cota única) mais R$1.540,00 (ou 9x R$192,50).
Conhecido artisticamente como Rafael Crooz, é o coordenador e idealizador da Vivência Formativa em Floresta-Escola. Nascido em Barra Mansa (RJ), sua trajetória une as artes cênicas, a gestão ambiental e a pesquisa acadêmica de ponta em educação.
Aqui estão os pilares que definem sua atuação:
Especialista em Educação e Natureza: É Mestre em Educação e Sociedade (Lisboa), com pesquisa premiada sobre práticas educativas na e pela natureza.
Experiência Internacional: Atuou em Portugal na fundação da Associação Escola da Floresta e na Escola da Floresta Bloom.
Gestor e Idealizador: Criou o projeto Floresta-Escola no Colégio UBM para desemparedar a infância e coordenou programas de sustentabilidade e banhos de floresta.
Pesquisador Ativo: É membro do grupo GiTaKa (UNIRIO), focado em infâncias e tradições ancestrais, e educador no Espaço Cria (RJ).
Perfil Brincante: Além do currículo académico, é reconhecido como um "sujeito brincante", profundo observador das relações humanas e da cultura popular brasileira.
Especialista em Educação e Natureza: É Mestre em Educação e Sociedade (Lisboa), com pesquisa premiada sobre práticas educativas na e pela natureza.
Experiência Internacional: Atuou em Portugal na fundação da Associação Escola da Floresta e na Escola da Floresta Bloom.
Gestor e Idealizador: Criou o projeto Floresta-Escola no Colégio UBM para desemparedar a infância e coordenou programas de sustentabilidade e banhos de floresta.
Pesquisador Ativo: É membro do grupo GiTaKa (UNIRIO), focado em infâncias e tradições ancestrais, e educador no Espaço Cria (RJ).
Perfil Brincante: Além do currículo académico, é reconhecido como um "sujeito brincante", profundo observador das relações humanas e da cultura popular brasileira.
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